Muitas vezes, menos é mais. Experimente essa sensação!

O tempo inteiro, somos bombardeados por anúncios. A todo momento há alguém pedindo para que você compre isso ou aquilo. Diante de tanta informação, muitas vezes agimos por instinto e não pensamos duas vezes. Mas existe uma máxima que está cada vez mais real: viver com menos é muito melhor. 

Hoje vamos parar e pensar um pouco no que é realmente importante, descobrir como menos é mais e entender o que pode ser deixado de lado.

Porque você não deve comprar certas coisas 

Muita gente liga o consumo com seus níveis de alegria. Mas existe uma forma diferente de ver o mundo na grande maioria das vezes.

“Felicidade através do consumismo é, sem dúvida, influenciada por muitos fatores externos que fazem um excelente trabalho em convencer todos nós que o materialismo é o verdadeiro caminho para a felicidade”, explica Bruno de Souza, especialista em minimalismo e criador do minimuslife.

Por outro lado, apostar em harmonia e conexão com o que realmente importa traz benefícios tremendos para o nosso bem-estar.

Isso quer dizer que não se deve comprar nada? 

Pelo contrário, o investimento deve ser no que faz bem e no que dura. Evitando o desnecessário e investindo no essencial, a vida ganha mais harmonia.

Motivos para viver com menos, mas melhor

Não existe uma lista definida de coisas que não se deve comprar. Tudo depende da utilidade para cada pessoa. O que para você é essencial, para outra pessoa pode ser apenas mais um e ficar subutilizado. Mas pensando a partir de alguns conceitos, fica fácil descobrir uma lista pessoal do que evitar para viver com menos e melhor.

O que vai usar apenas uma vez

Existem algumas perguntas que devemos fazer ao comprar algo. Saber a finalidade de algo nos faz perceber se aquilo é essencial, ou não.

Será que esse enfeite de festa vai ficar abandonado em seguida? Será que esse acessório vai ser usado apenas uma vez? Será que essa ferramenta só serve para isso e vai ficar guardada no fundo da gaveta? Se a resposta for sim para esse tipo de pergunta, então é melhor evitar a compra.

O que não deixa você feliz

As novas tendências e novidades tecnológicas trazem toda uma série de benefícios, mas também podem servir apenas como vetores de ansiedade.

Se um novo relógio, um novo celular ou algo assim vai facilitar o seu dia a dia, ele é necessário. Mas se tudo isso só vai servir para dar dores de cabeça, é melhor deixar para lá.

O que não é tão importante assim

Todos gastamos em futilidades, isso está estabelecido na nossa forma de lidar com o que está à nossa volta. Mas, apesar de comum, esse consumismo desenfreado pode ser bastante nocivo.

Será que comprar uma nova moldura para parede faz tanta diferença assim? Será que uma mesa nova é essencial? Se não é bem assim, o melhor é pensar duas vezes.

O que vai ser substituído

Às vezes, o provisório vem para cobrir um buraco simplesmente momentâneo. Mas como algo não essencial, pode ficar de fora da nossa vida. 

Quem nunca comprou uma mesinha de cabeceira ou algum móvel pensando “ano que vem eu vou trocar”? Isso acontece com todo mundo e com mais frequência do que precisa e pode ser evitado com facilidade.

O que pode ser descartado

Ser sustentável é ter mais conexão e se sentir em harmonia com o mundo. Sendo assim, usar e comprar o que vai ser jogado fora nos afasta do que nos faz bem. 

Formas de isopor, talheres de plástico, pratos descartáveis, papel alumínio etc. Não faltam exemplos de pequenos utensílios nada ecológicos que podemos viver sem.

O que faz mal para o seu corpo ou para sua saúde

Para finalizar a lista do que não se deve comprar, precisamos falar do que nos nutre e do que nos adoece. Em geral, sabemos muito bem qual é qual.

Alternativas mais saudáveis estão aí para nos beneficiar e devem ser usadas. Então, por mais difícil que seja deixar de lado o que é nocivo, o primeiro passo é não comprá-lo.

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