Quando falo de futuro na moda, não me refiro só à roupa, mas a toda estrutura que faz parte desta.

A crítica faz parte desse mundo como podemos ver no filme “O Diabo veste Prada”.

Acho que assim como nós estilistas temos que apresentar algo novo, pois é nossa obrigação, o jornalista também tem que evoluir no modo de pensar.

Tenho dois exemplos de visão de futuro de moda:

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PENSAMENTO DE ERICA PALOMINO. Retirado do FFW Blog: “Pensata da Palô #15: considerações sobre a temida crítica de moda

“A quem ela serve, nos dias de hoje? Para nortear a indústria, principalmente. Já disse, e insisto, que o consumidor final pouco liga se, no pós-desfile, o/a jornalista xis gostou ou não do desfile. E lembrando novamente que um bom desfile não significa uma boa coleção. Quem gosta da marca vai à loja e compra o que lhe agrada.

O peso de quem escreve importa, claro. Porém, num país de história de moda recente como o Brasil, é preciso dar voz às novas gerações de resenhadores, e deixá-la se exercitar. Ninguém começa acertando sempre, da mesma forma como bons e consolidados estilistas também são passíveis de erros.

Quanto aos leitores, menos pão e circo, por favor. É bobo respeitar (somente) críticos que detonam sem educação, adjetivando com leviandade ou aqueles que almejam visibilidade (ainda que tardia), os engenheiros sensacionalistas das obras prontas, aqueles que cultuam o chiste e o deboche em mesas de restaurante, salas de imprensa ou mesmo no twitter.

Cabe a todos nós aqui citados, portanto, conduzirmos uma nova etapa da moda brasileira (e não apenas a quem organiza os eventos e detém poderes). Sem patrulhas, fuxicos, ranços de autoritarismo ou hipocrisias de corredor.

OUTRO PENSAMENTO É DO DIEGO VAZ DE NUTTIER EM UM COMENTÁRIO AQUI NO MEU BLOG NO POST “Jefferson Kulig e o Brasil”:

“Risos, ridículo, cafona – MEDONHO DEMAIS!!! Se a coleção de inverno 2010 da Neon Já tinha sido medonha com aqueles papagaios e corujas, Você conseguiu fazer pior ainda incrementando as bandeiras do Brasil… no verão 2011.

Eu sou estudante de moda, já fiz alguns estágios na Europa!
Jefferson entenda… Ser patriota é super bacana, mas o que tem há ver com tendências de moda??? NADA!!!

Vá demonstrar seu patriotismo na África, e deixa a SPFW para quem entende do assunto!

É por isso que você não faz parte do núcleo! Tá por fora!”


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