Centenas de anos atrás, as terras da Escócia e da Irlanda tinham um tipo de habitação chamadas casas pretas ou blackhouses. Eram edifícios longos e estreitos, alinhadas com outras casas pretas, com paredes de pedra seca e telhados pretos com fuligem.

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As casas pretas foram nomeadas assim por serem comparadas com casas novas que estavam sendo construídas no final de 1800. Estas casas foram construídas com pedras e argamassa de cal que apresentavam um contraste tão grande que as pessoas começaram a chamá-las de “casa branca”. O termo “casa negra” foi então aplicado às casas antigas. As novas “casas brancas” foram construídas como resultado de normas de saúde mais rigorosas que exigiam a separação dos seres humanos de seu gado e animais.

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Um dos melhores lugares para ver as casas negras na Escócia é a Ilha de Lewis . Na aldeia de Gearrannan, existem várias casas pretas restauradas e também um museu. Outro lugar é a Vila de Arnol, onde há ruínas de casas negras em todos os lugares.

Algumas delas ainda possuem telhados. Uma blackhouse foi cuidadosamente preservada desde a década de 1960, e se transformou em um museu. O edifício, completo com acessórios internos, dá uma impressão muito boa de como é que teria sido viver em uma blackhouse.


Na região sul da Itália, uma cidade antiga chamada Matera é conhecida por suas “casas caverna” chamadas de “sassi”. As sassis foram esculpidas nas falésias de uma rocha onde antes era um grande rio, mas hoje é apenas um pequeno riacho. Estas cavernas estão entre os primeiros assentamentos humanos da Itália que datam da era Paleolítica, cerca de 9.000 anos atrás, mas só no ano de 1950, foi quando as cavernas começaram a ser habitadas.

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Ao longo do tempo novas cavernas foram escavadas para acomodar a população crescente. Algumas das casas mais antigas parecem com cabanas de pedra. À medida que a cidade se desenvolveu, ela foi se tornando um verdadeiro emaranhado de ruas estreitas.

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Após a Segunda Guerra Mundial, o governo tentou mover os moradores das cavernas para habitações modernas, mas muitas pessoas estavam relutantes em sair de lá. Mesmo contra a vontade dos moradores o governo acabou mudando todos eles para a nova cidade construída no topo do penhasco.

Em 1993, a UNESCO declarou Sassi de Matera patrimônio mundial, trazendo uma onda de turistas curiosos para o local. Desde então, muitas das cavernas nas ruínas de Matera foram restauradas e transformadas em casas confortáveis, hotéis e restaurantes elegantes.


Sabe quanto tempo uma garrafa de água de plástico pode levar para se decompor? Até 1000 anos! Sabe quantas garrafas de água são consumidas por um único americano por ano? Cerca de 50 bilhões!

Assustador não é mesmo?

A menos que a gente comece a disparar todo esse lixo para o Sol, podemos afirmar que um dia em breve todos vamos viver em uma enorme bola de lixo flutuante.

É um futuro bastante sombrio! Mas, graças a pessoas como o estudante de design islandês Ari Jónsson esse cenário pode ser evitado. Ele criou uma garrafa 100% biodegradável e natural feita com algas.

Para criar a  garrafa, Jónsson misturou o pó de ágar (tem como matéria-prima algas) com água. O resultado é uma massa gelatinosa, que é aquecida e então colocada em um molde frio, que dá forma ao objeto final. A garrafa mantém a forma original até ser esvaziada, e então começa a se decompor – e seu criador diz que pode até ser comestível, caso o consumidor aprecie o gosto. Ele estreou seu projeto no festival DesignMarch, na capital Reykjavik, e atualmente estuda na Academia de Artes da Islândia.

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A passagem subterrânea Shell Groto, localizada em Kent, no Reino Unido, possui uma decoração que chama a atenção. A caverna conta com cerca de 4,6 milhões de conchas. A caverna está repleta de conchas fixadas no teto e na parede com uma espécie de argamassa de peixe.

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O mistério da gruta Shell Groto é que ninguém tem informações concretas sobre a sua origem. Existem apenas boatos que vão de que um rico excêntrico foi quem a construiu até que ela era utilizada como um templo de adoração ou algo do tipo.

Ela foi descoberta em 1835 quando James Newlove e seu filho, Joshua, cavavam um grande buraco a fim de construir um lago para os patos.

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A Shell Grotto está sendo protegida por uma organização sem fins lucrativos chamada Os Amigos da Shell Grotto.


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